Protocolo com a Lipor

No passado dia 23 de novembroReciol celebrou um protocolo com a LiporServiço Intermunicipalizado de Gestão de Residuos do Grande Porto com vista a promover a redução de residuos em aterro (copos com ceras) e com uma nova vertente económica.

Com a revalorização destas parafinas provenientes do cirios dos cemitérios evita a que sejam consumidos menos recursos naturais na produção de novas velas bem como na produção de novos materiais em plástico

Artigo do sol

 http://www.mafrahoje.pt/pt/articles/sociedade/lixo-dos-cemiterios-e-cada-vez-mais-alvo-de-reciclagem 

 


 

Óleos alimentares tornam-se em velas

 

Já imaginou transformar pelas suas próprias mãos o óleo alimentar que acabou de utilizar na cozinha em velas decorativas? É precisamente isto que a OON Recycling Solutions está a fazer na Rua Garrett, no Chiado, numa loja temporária até ao dia 30 de Junho.

Aqui, é possível assistir à demonstração da primeira solução de reciclagem oon, a cand lemaker, uma pequena máquina que permite reciclar os óleos e azeites alimentares usados.

De acordo com o porta-voz do projecto, Mário Silva, esta é a “primeira solução de reciclagem doméstica que existe, podendo contribuir para combater o problema muito grave dos resíduos domésticos, neste caso em concreto o dos óleos”.

Assim, todas as pessoas que visitem a instalação poderão assistir a uma demonstração e criar a sua própria vela decorativa, podendo inclusive levar o seu próprio óleo ou azeite para tal.

O espaço, situado na antiga pastelaria Marques, “explica como as pessoas poderão transformar os óleos em velas, num novo produto ao invés de deitar fora os resíduos”, acrescenta o responsável da OON Recycling Solutions.

Veja aqui um vídeo que mostra como funciona a cand lemaker.

 

Feira de Energias

Clique aqui para ver a apresentação...

 


E você, já recicla o óleo dos fritos?

 

Os oleões têm passado os últimos anos meio escondidos. Hoje, as autarquias estão a levá-los para as ruas... e para as cozinhas.


Centenas de câmaras municipais por todo o país estão a esforçar-se para aumentar a família dos vidrões, papelões, plasticões e pilhões. De Norte a Sul, os munícipes começam a deparar-se com oleões nos passeios, de várias cores e feitios. E estamos só no princípio.

Depois do vidro, papel, metal, plásticos e pilhas, é chegada a vez de recolher o óleo alimentar usado que as cozinhas portuguesas deitam fora, à razão de entre 43 mil e 65 mil toneladas por ano. Desde o óleo que sobra das frituras àquele que escorremos das latas de atum. A maioria vem do sector doméstico (62 por cento), o resto é da hotelaria, restauração e bebidas (37 por cento).

Até há bem pouco tempo, a recolha de óleos alimentares usados era promovida com contentores em escolas, juntas de freguesia, hipermercados ou quartéis dos bombeiros. Mas algo mudou a 1 de Novembro de 2009, quando entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 267/2009: a partir desse dia, o desafio deixou de ser voluntário e pontual para se tornar nacional e obrigatório.

"A nossa primeira abordagem, no mandato anterior, foi promover acordos voluntários. Foi um esforço meritório mas não deu os resultados de acordo com a nossa ambição", explica Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente, em declarações ao Cidades. "Por isso decidimos avançar para um modelo obrigatório. Tínhamos a percepção de que o país já estava maduro."